quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

As tartaruguinhas do mar

No Verão deleitei-me com uma das experiências mais belas que a mãe natureza nos oferece e que una pessoa como eu, que adoro animais, não esquecerá jamais.


Hoje quero partilhar com todas as pessoas que fazemos com que o blogue seja uma forma de comunicação a minha experiência com as TARTARUGAS DO MAR e a sua desova.
Estas tartarugas reproduzem-se nas praias de Cuba, e podem viver até aos 50 anos. Estes répteis têm um tamanho de 1 a 1,2 metros e o seu peso pode ir dos 100 aos 180 kg.

Na fotorafia pode ver-se Maria, uma das tartarugas mais velhas, e uma profesora cheia de experiência. Têm uma grande memória e quando estão preparadas para pôr os ovos, voltam à mesma praia onde nasceram. Não é fascinante?



Estes são os ninhos, o primeiro foi abandonado por encontrar a tartaruga uma pedra. A outra fotografia é de uma nidação e no fundo os ovos na terra.

Uma das coisas curiosas das tartarugas é que, enquanto elas estão na postura, à mãe tartaruga brotam-lhe lágrimas… Um impressionante detalhe que agarra as pessoas que estão vê-las. Mas isto acontece para que a tartaruga possa ter os olhos húmidos e limpos de areia. Triste decepção…


E no final… a libertação das pequeninas… Boa sorte e longa vida!


Uma última coisa, cuidem das praias e lembrem-se que não são só para nós; que há muita vida, não é?.


Texto e fotografias de Mar Ramos Caballero (N.I.-1º)

3 comentários:

Anónimo disse...

Mar, Gosto muito da tua aportaçao. Sem dúvida, uma experiência inesquecível.A documentaçao gráfica é espantosa!Parabéns.

Juan Luis (veterinário)

coral disse...

Há pouco tempo tive a dita de estar perto de uma tartaruga tropical dessas gigantes, sentir a sua força. Assombrosa, extraordinária!
Eu gosto de aproximar-me dos animais, espreito os seus olhos e cada um deles transmite-me, faz-me sentir alguma coisa ,
-pode ser a minha imaginação-...
mas eu senti que éramos intrusos na areia ,na sua tranquila vida. Percibia um "não querer" nada desta terra nem de nós: ela queria voltar a sua intimidade marina longe da praia onde fiquei surpreendida pela sua pele quente, pela sua força e, acima de tudo, pelo seu olhar paciente e sem queixa.

Anónimo disse...

Olá Mar, sou o Anselmo e a verdade seja dita adorei do teu artigo,embora já tinha lido anteriormente,não fiz o comentário porque estava a queimar as pestanas com as provas escritas e orais do mês e acima de tudo com algum problema com o computador. Pele de galinha põe-se-me de pensar as reacções destes animais e do sentido da orientação, instinto ou sobrevivência. Já tinha visto algum documentário no canal 2 das tartarugas e gostava deles. Parabéns pelo artigo e pela boa nova e como diz a canção: "Muda de vida, te sentirás satisfeita..."